PRAÇA DA PREFEITURA - Agosto 2014

Foto de Jônatas David Brandão Mota.

PRAÇA DA PREFEITURA I... Hoje, por alguns, chamada de Praça da antiga prefeitura, o espaço contíguo às histórias na cidade, e às estórias ocorridas em suas estruturas, faz do lugar um gostoso repousar, um ninho intenso que deixa todos propensos aos cantos e contos de quem nela sabe sonhar. Pela sua localização, pelo seu tamanho e importância de ação, o pátio público que já abrigou todas as conjunturas e reflexões fundamentais para nosso município, é um marco invejável, pelo passado, o presente e o futuro a princípio, mas, essencialmente pelo seu lugar histórico impecável. O imenso, belo e condecorado jardim que o adorna, complementa o significado político e social que o contorna; a Praça é um patrimônio, que embora ainda não seja totalmente entendido em seu valor, será sempre, portanto, marco muito maior como, na cidade, manancial inovador.

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PRAÇA DA PREFEITURA II... De tanto que se sabe, de tanto que se ouve falar, quantas histórias esta praça-jardim tem escondidas em seu radar? Quantas mais estórias, entre seus “capins”, nós podermos, entusiastas, contar? Muita gente envolvida, muita gente com suas vidas contidas, que passaram, fizeram o que acontecesse, e, também, marcasse outros muitos causos que por cá, ocorresse. Há tantas evocações em torno deste lugar que dar para escrever um livro; há tantas falas, tantas aspirações que envolvem este lagar, que dar para escrever mais que muitos livros. Há muito de muitas existências, há muito, até, de muitas resistências, uma enorme enciclopédia de convivências, resultado do tempo, registros de momentos que se imperam em cada um dos muitos que por ali passaram, que por ali sentaram, que por ali se encantaram..

Foto de Jônatas David Brandão Mota.

PRAÇA DA PREFEITURA III... Gratas recordações, singelas esperanças, contagiantes sonhos de outrora, Isso é exatamente o que sente um teixeirense quando passa por ela, quando relembra o que já se foi embora. Além de tudo que já viveu, todos que já envolveu, tudo e todos que comoveu, a praça-jardim sabe, como nada, como ninguém, trazer, em todo o tempo, por quem por ela passa, por quem por ela pensa em passar, as mais remotas lembranças, até, mesmo, de quem nunca viveu, com ela, o que ela já fez tantos contemplar. Há um aspecto de nostalgia, há um encanto de magia, há alguma coisa sobrenatural, se assim fosse, que faz com que ela transforme as passarelas das avenidas em volta, um túnel do tempo que o destino trouxe. A praça é um museu particular de todo cidadão, lugar de gratas recordações que abrasa todo coração.

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PRAÇA DA PREFEITURA IV... Lembremos, e isto com o melhor de nossas memórias, como ideal, a escadaria larga e viva, conveniente e ativa, construída ao lado do Paço Municipal. O subir e descer de gente, no mesmo ímpeto e importância, a história de uma cidade; a exuberante escada externa e lateral que faz o passado cívico dos que por ali passaram, um manto de civilidade, um gesto sem igual. Por si só, os degraus ricos em muitos registros, se fazem imponentes; eles se fazem presentes, contam tudo que antes, durante e depois da emancipação, a cidade se fez contente. Levando e trazendo idéias, criando ou providenciando feitos, cada passo exigido de seus passantes, concede a cada dia em seus conceitos, novos horizontes políticos, modalidades administrativas e poéticas aviltantes. Sentar, estar, passar, sonhar, ou qualquer outra ação, ganha vida na “escadaria da população”.

Foto de Jônatas David Brandão Mota.

PRAÇA DA PREFEITURA V... Há muitas marcas que demandam esta praça municipal, uma delas é o jardim sempre cuidado, um cartão visita que Prefeitos e Prefeitura sempre agem de modo igual. A variedade de formas, de verdes, de cheiros e de belezas, faz deste jardim de todo mundo, um laboratório que no fundo, no fundo, é a alma de nossa gente e da nossa história em seu significado profundo. O lugar com todos os cuidados jardineiros que tem recebido, serve para toda fotografia, serve para toda foto que se queira ali ilustrar qualquer biografia. A lindeza do jardim é como a cidade, é popular, tem cheiro e gosto de povo feliz, quem por ali passa, mesmo a andar, sente-se gente, sente-se cidadão, vê-se município em tudo que, nisto, diz. O jardim produz um ambiente cívico imensurável, um espaço próprio para a democracia se sentir viva, atuante e bem confortável.

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PRAÇA DA PREFEITURA VI... Estonteando a visão, as lembranças e todos os sentimentos que todo o ambiente proporciona com seus louros, as árvores bem espalhadas em vertical e horizontal, se fazem testemunhas de muitos tantos namoros. A praça, em sua localização e tamanho estratégicos para a função-pulmão desta nossa cidade, não só é benefício passado e presente para a graciosa e exigente coletividade, mas, também, em sua poesia, com alguma melancolia, tem sempre se feito palácio de sonhos para a sua mocidade. Muitos namoros começaram por ali, muitos carinhos foram feitos bem assim, e histórias de paixão prometeram até vir. Muitos outros namoros se alimentaram por ali, muitos outros carinhos se incentivaram bem assim, e histórias de paixão se pressagiaram até vir. Todas que até hoje estão, árvores que anunciam uma cidade em convulsão, abrem os olhos de todos em alguma paixão.

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PRAÇA DA PREFEITURA VII... Outra "brilheza" que aos olhos pulam, neste que é um espaço de contemplas francas, são os passeios de pedras de moisaico português em forma de ondas pretas e brancas. São fantasias que de belas, sinuosas e encantadas, parecem trilhas a serem seguidas, por onde muitos e muitos eventos já passaram, são realmente trilhas que parecendo, pelo tempo, embotadas, trilhas no momento já muito sofridas, trilhas que se mostram entusiastas pelos muitos triunfos que já encaminharam. Os sábios por elas passam, de alguma forma, por todas as formas; os sonhadores por elas "farçam", e cada uma informa, e o tempo transforma. Política, romance, amizades, negócios, tudo é motivo para um encontro na praça, tudo é motivo para um reencontro pelos passeios da massa; por aquelas curvas retas, em preto e branco, que o jardim-praça da prefeitura oferece em cada registro franco.

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PRAÇA DA PREFEITURA VIII... Aos arredores do jardim-praça, vivendo intencionalmente, as ocasiões do local, brilhando em todos os sentidos cidadão, ergueu-se a igreja batista central. Margeando, nuns momentos discretos, noutros de forma bem presente e marcante, a igreja tem se feito notória, influente, preocupada e muitas vezes ofegante. Ela é Teixeira, faz parte dos contornos iniciais nas significativas lutas pela emancipação, faz parte da história que a praça tem com requintes de protagonismos de pura paixão. Calada ou agente, em vários turbilhões ela a tudo assistiu, viu nascer idéias, viu reivindicações brotar, participou de movimentos, ajudou, muitas vezes, a cidade cantar. Ela é a praça, ela é o jardim, para ela tudo está muito próximo, faz parte do que pensa e quer, a Prefeitura é logo ali. Saindo de uma, se entra na outra em frente, são tão uma só que deixando um espaço, ninguém, no local, deixa de estar presente.

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PRAÇA DA PREFEITURA IX... Há, também, o que lembrar, nos contornos desta nossa praça-jardim, a mortuária do Julindo que lá sempre esteve, a Casa Alves e suas memórias, e o Boi Não Lambe que se canta assim. Lugares épicos do lado de cá, que adornaram a história fulgurante de nosso espaço cidadão; relatos vivos, muito presentes no passado de nosso paço em ebulição; testemunhas que em seus tempos assistiram, bem de perto, o jardim que os avizinhou, que até participaram de tudo, pode ser até que fomentaram embrenhados por puro ardor. Todos fazem parte de uma mesma história, todos contribuíram para a mesma vitória, todos comprometidos na inusitada glória de construir uma cidade do bem. Outros nomes, outros endereços vizinhos podem ser lembrados, e, de forma alguma, podem ser alijados desta cantoria, pois muitos outros participaram de tudo isto e trouxeram muita e muita alegria.

Foto de Jônatas David Brandão Mota.

PRAÇA DA PREFEITURA X... Um lado da praça é uma coisa, do outro lado é a mesma coisa, e a história também corre por lá; o Colégio Estadual Wilson Brito e sua presença cidadã; o Fórum que conspira no de todos, o amanhã; o Hospital Santa Rita do Dr. Nelson Prado a presença saúde de toda manhã. Do lado de cá uma avenida larga de muitas expressões, do lado de lá uma avenida larga de muitas canções; do lado de cá, uma Prefeitura dada a todos na busca de seu fazer, do lado de lá uma Prefeitura aberta à política, aos governos e ao poder. No meio de tudo isto, e fazendo uma transição do lá para cá ou vice-versa, uma praça de jardim harmonizado em temperaturas controversas; um jardim de praça apropriada ao ajeito de demandas adversas. É Teixeira, uma praça que ilustra sua Prefeitura na busca de fazê-la maior e melhor para todos; um jardim que elucida um povo ávido por progressos vivos, sem engôdos.

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PRAÇA DA PREFEITURA XI... Por tudo que nossa praça-jardim é para nós, nosso tempo e nossa história bem vivida, como não recordar a sorveteria O Pilão, O Pilequinho pela noite, o Gauchão lanches, e os trailers espalhados pela área atrevida. Eram pontos de parada para quem saía das festas e shows na cidade; Excelente lugar de encontros onde se podia medir a intensidade do entretenimento em cada momento; excelente angar de prontos onde se provia sentir a interatividade de cada evento ocorrido pela cidade. Lugares aqui e acolá inseridos na aldeia jardim, ao lado da Prefeitura, que marcaram cada canto onde estiveram; são símbolos de estações que vieram, se implantaram, criaram novas estações e deram espaço para o que cresceram e convieram. São algumas das muitas riquezas memória que podemos aviltar; são marcas indeléveis que ainda nos fazem, no passado, sonhar.

Foto de Jônatas David Brandão Mota.

PRAÇA DA PREFEITURA XII... É, sem dúvida nenhuma, um tantinho do muito que os relatos sobre esta cidade tem; um jardim-floresta que abraça a vida de todo mundo com o que de sua vivacidade vem; em registro vivo e permanente do que este município foi, o que tem sido, o que o nosso futuro contém. Cada lugarzinho que esta praça contempla parece ter um pouco de todo mundo, de cada pessoa nesta urbe; é um verdadeiro grande álbum de histórias e estórias que envolve cada cidadão que se turbe. Todo mundo já passou por ela, cada pessoa, parece, tem dado uma cor rela a esta aquarela; todo mundo, assim, pode se procurar pelos caminhos que tem o vergel, por cada passarela. Se todos se encontram por lá, se todos tem suas vidas entrelaçadas por lá, então, a cidade, com todo seu glamour, sabe o que encontra de si, nos relatos de todos os seus cidadãos naquele lugar.

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PRAÇA DA PREFEITURA XIII... Oficialmente ela é a Praça Bernardino Figueiredo, homenagem excelente a um dos nomes mais proeminentes na história de nossa gente; por se fazer a praça mais importante do município, onde se instala o poder, mesmo quando atualmente ausente-mudado em princípio, é ainda a marca autêntica do que, na cidade, se tem a fazer. O Bernardino esteve presente na formação valorosa de nosso povoado, merecido nome para estar entre os nomes proclamados, justa atenção a alguém que em todo tempo se mostrou, por nós, interessado. Além disto, ele, na nossa praça maior e altaneira, representa todos os demais nomes que, por um motivo ou outro, merecidos de lembrança, ficaram na esquecedeira. Ele, como nome de nossa principal praça jardim, ilustra perfeitamente, todos os homens e mulheres que sonharam por uma Teixeira crescendo sem fim.

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PRAÇA DA PREFEITURA XIV... Diz a história, que ela foi construída aproximadamente em 1974, na administração do prefeito Alcobacense Wilson Alves de Brito que atendeu às reivindicações de uma promessa-trato; suas iniciais, sua marca gestora, estão gravadas na praça para que ninguém, da obra, fosse latro.. Era-se exigido mais atenção das governanças das duas cidades mães, ao povoado em ascendência; tornava-se compreensível que mais ações prefeituais se concretizassem para atender as carências do povoadão em iminência. A praça-jardim que já era importante para a comunidade, tomou novo impulso, tornou-se o centro da futura grande cidade. Até hoje, aí está ela, imponente, convergente, estritamente envolvente, ainda fazendo muita história nos convívios da cidadania emergente. A nossa praça, ainda é ela, e, talvez, ainda mais tagarela, monumento civil de uma força paralela.

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PRAÇA DA PREFEITURA XV... Diz, ainda, a História, que antes de construída, já servia de lugar de passeio aos namorados, já servia de sítio de turner romântico aos apaixonados. Da mesma forma, diz ainda os relatos, em suas conformidades, que a praça, antes de construída, servia, também aos clientes dos bares das proximidades. Antes de ser erigida aos moldes que até hoje se mantém, a nossa praça jardim já se fazia pomposa aos mais variados motivos, como hoje, aos que lhe convém. Também desfrutavam dela, para momentos longos de conversas ou silêncios introspectivos, os vizinhos, os amigos dos vizinhos, os parentes dos vizinhos, os mais assertivos; muitos deles que saíam de outras bandas da cidade, para virem desfrutar do sabor romântico, intelectual e político que nela sempre foi imperativo. Nossa praça abrigava gente de toda cidade, nela, era onde se encontrava a polis da felicidade.

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PRAÇA DA PREFEITURA XVI... Dizem ainda, da nossa história, as bocas sabidas de perto, que na década de 1980, a praça reinava na cidade como ponto de encontro certo. Era lugar propício para os namorados e crianças; estes aproveitavam bem pela manhã, à tarde e à noite, às suas danças; sempre havia um canto amadorado e sutil aos seus motivos, lugares que a praça-jardim oferecia para atender aos seus cativos. Mas também, um outro grupo sabia bem como viver os moldes da nossa praça encantadora, os artistas da cidade, moços e moças, que com sua bondade, vinham apresentar-se com seus números circenses ou de cantarolação sem idade. Para serem conhecidos, ou para persistentes gorjetas, em alguns casos visados, sempre se perfilavam nos palcos improvisados, aflorando a arte em nossa gente, a formidável arte singela capaz de entreter grupos e grupos circulares aos artistas contentes.

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PRAÇA DA PREFEITURA XVII... Dos artistas que frequentaram a beleza cultural de nossa praça-jardim, há um destaque que a memória não pode deixar de dar atenção, como afim, os artistas do grupo Consciência, uma ação artística respeitada, organizada e planejada, mesmo assim; que promovia, nesse espírito frenético e muito cidadão, no último domingo de cada mês, uma feira artística livre no nosso lugar, pelo calçadão. Nesta feira se encontrava muito de tudo que o artesanato pudesse produzir, uma oportunidade para artistas-comerciantes e artistas-artistas se encontrarem e venderem, e disponibilizarem o que seus sonhos deram corda no mês, por aqui. Havia gente que vinha de outras paragens, artistas-artistas de bregueços com arte em suas bagagens, gente alegre que se juntava aos alegres de nossa praça, gente de todo naipe que fazia nosso lugar social, um lugar cheio de graça.

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PRAÇA DA PREFEITURA XVIII... Mais um aspecto sobre o grupo Consciência que a memória não pode deixar de lembrar, algo importante que faz parte da história comovente e progressista desta cidade, e desta nossa praça, que temos a ventilar: O grupo, além de toda a contribuição artística que oferecia á nossa gente e à nossa terra, também editava um jornal de nome Opção que era um registro-perfil do que era ou se pretendia como a arte encerra, um desafio divertido, que levava o pensar a ser consumido, que narrava aqueles momentos construtores de Teixeira que a “artisticação” podia fazer de meleira. Também, o grupo, no mesmo espírito festeiro e “argüiante”, sempre realizava agradáveis shows de talentos musicais; e com o mesmo espírito “empreendedeiro” e auto-desafiante, com seu potencial, e dando chances a novos manifestos pessoais de arte, sempre realizava promissoras montagens teatrais.

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PRAÇA DA PREFEITURA XIX... Um nome tem sido sempre lembrado, daquele grupo Consciência que por anos foi baloarte da arte na vida artística de nossa cidade, nome que até hoje faz seus trabalhos e se tem espalhado por aí como testemunho vivo de nossa, daquele tempo, integridade: Zuca, o Zuca Pintor, aquele do atelier mais conhecido e “badalado” que continua vivo em sua roupa artística de maioridade. Em entrevistas que tem dado, lembra bem da importância daqueles tempos para a comunidade, a importância daqueles fomentos para a mocidade daqueles dias, o que significou tudo aquilo para, de algum jeito, fazer Teixeira ser o que é agora, encaminhar Teixeira para o centro de cultura regional que hoje tem sido quanto ao que abrolha, bem como quanto ao que tem mostrado e sola. É um artista, um nome vivo do que somos desde aqueles tempos; um nome vivo do que compomos desde aqueles ventos.

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PRAÇA DA PREFEITURA XX... Lembram-se, ainda, as boas línguas, em relação ao grupo Consciência, e o valor imensurável que constituíram na formação de nosso torrão, de nossa gente e de nossa molemolência; que a feira artística realizada na praça, aquela que por anos aconteceu nas extensões de nosso calçadão, era um dos maiores acontecimentos da cidade, era evento que marcava presença até nos mais distantes rincões de nossa região. As cidades vizinhas se sentiam orgulhosas com seus representantes “artificistas” ou interessados espectadores; a cidade tinha e se sentia glamorosa com seus “emissariantes” artistas ou apaixonados “plateiadores”. Era uma efervescente festa de muitas artes em ação; uma cantoria progressista num coro de gente amadurecida e desejosa de amoldar o coração; uma sinfonia praticista num coro de gente enfurecida e piedosa de explorar toda a sua paixão.

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PRAÇA DA PREFEITURA XXI... Foi assim, dizem os entusiastas testemunhas do movimento artístico na nossa praça: O grupo Consciência, começou com um jornal como meio de divulgação de sua poética graça; e, por necessidade do crescer da coisa que pululava nos sentimentos despertados consigo, se juntavam em convivência, conversavam em conveniência, assim se reuniam todo domingo. A praça da prefeitura era o lugar mais ideal que podiam conceber no que amavam, nela havia espaços suficientes para estarem, pensarem, planejarem, desafiarem e promoverem o fruto de tudo isto em que se embebedavam. Religiosamente, num mesmo espírito de promoção do que faziam ou gostariam de fazer em nome da arte, a nossa praça-jardim se tornou, rapidamente, um berço fértil da criatividade de nossa cultura em toda sua parte inteira, em toda sua inesquecível parte em nossa história arteira.

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PRAÇA DA PREFEITURA XXII... Nos esteios do nosso jardim-praça, por toda sua extensão, e até por sua beira; bem organizada, com objetivos muito claros e amostrados, o grupo Consciência realizava sua feira; lugar onde se vivia, com todos os envolvidos, uma alma ordeira; onde o espírito vigente se traduzia em fazer arte, mesmo com qualquer momentânea besteira. Todos os envolvidos no evento se contagiavam com a melhor da arte-paixão, e com isto foram conseguindo aglutinar ao mesmo redil, todos os artistas da região. Numa clara demonstração intelectual de vizinhança social de amados, o objetivo da feira era, juntar de toda a região, fazer seus artistas e tendências, convidados. Aquela iniciativa entusiasmada, vingou; muita gente e toda a cidade bem que aproveitou; artistas de todos os naipes mostraram suas artes, como se viu; e a história de nossa gente, da nossa terra, e da nossa praça se cumpriu.

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PRAÇA DA PREFEITURA XXIII... Bons testemunhos de bons tempos, quando boas iniciativas aconteciam, em boas oportunidades, no meio de nossa boa gente, afirmam que o grupo Consciência, grupo da arte contente, tinha muitas virtudes a serem consideradas nos tempos pra frente: eram superinteressantes, e faziam coisas impressionantes, diante de tantas dificuldades maçantes, o que os faziam fiéis ao espírito reinante, de artistas driblantes, aos muitos empecilhos minantes. Faziam muita arte, toda a arte, com o melhor da arte, por amor; davam muito de si, o melhor dos feitos assim, usando a maior disposição daqui, com o melhor da inspiração em si. Na verdade, o que eram e o que faziam, com o espírito mágico do que sentiam, os levavam pelo prazer de desenharem em arte, o que tinham. Foram, e ainda são na memória de nossa terra, ótimos exemplos de abnegação extrema de artistas que nada emperra.

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PRAÇA DA PREFEITURA XXIV... Ponto de encontro de artistas, era uma das principais marcas de nossa praça-jardim; lugar onde as mentes viajavam, onde as inspirações frutificavam, sem fim. Esta fama benevolente e aspirante de novos futuros para toda aquela gente que tenta, se perpetuou por um bocadinho de tempo, veio desde a década de 1980. O encerrar daquela prosopopeia cultural, da mesma forma parou no tempo como num aborto, tem ano de encerramento, tem ano de fim de tudo, durou, infelizmente, até o ano de 2008. Não foi pouco tempo, não foi muito tempo, foi tempo suficiente para marcar um período, uma geração, um vento poderoso que marcou a formação de nossa cultura, de toda uma estrutura que nos tem feito ser o que somos. Foi tempo suficiente, mesmo que poderíamos querer que fosse mais, tempo consciente, que nos fez intendentes de uma época que não volta, mais, atrás.

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PRAÇA DA PREFEITURA XXV... São muitas as virtudes sociais da nossa praça, são muitas suas vantagens e emoções, é sempre a lembrada para os encontros, é sempre muito usada para as concentrações. Nos anos de eleição, por exemplo, quando as contagens se sucediam nos interiores do Fórum, em apurações, foi sempre o lugar preferido e aconchegante, onde os moradores esperavam os resultados das eleições. Neste, também, jeito de chamar os cidadãos a ela, de convoca-los ao civismo que lhe é principal, o nosso jardim-praça se faz comandante de todos os convívios no todo do interesse municipal. É o lugar de todos se encontrarem, todas as reivindicações, todos os partidos, todos de tudo que a nossa terra possa ter, Teixeira de Freitas tem seu pulmão onde converge de maneira harmônica e progressista, todas as correntes que travam nossa gente no futuro do vencer.

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PRAÇA DA PREFEITURA XXVI... Há muito mais do que se lembrar em relação à nossa praça-jardim, as memórias são muitas do muito que ela significa pra todos nós. Sempre foi o espaço ideal para as melhores comemorações que lhes sejam afins, sempre foi o espaço leal para os festejos de tudo: antes, durante e após. Entre as comemorações que sensibilizaram a cidade e o Brasil, de coração a fundo, a comemoração das vitórias da seleção brasileira em copas do mundo; entre estas celebrações, uma que ficou no coração de muitos em seus “apois”, uma da grande multidão em volta, por toda a praça, depois do final da copa de 2002, quando ela se mostrou em toda sua graça, demonstrando o que ela é para todos, o que é para a cidade, em sua devassa. É jardim presente, é o lugar de todo mundo, é a festa inigualável para tudo e todos contentes, é o canto cidadão que temos, ela é da gente.

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PRAÇA DA PREFEITURA XXVII... Na atualidade, depois de muitas mudanças, encantos e desencantos de muitas ordens que se contemple, a nossa praça está bem ali, no mesmo lugar, com a mesma sintonia de sempre. Hoje, não é a mais frequentada, e não sendo a mais procurada nos domingos, como outrora, nos tempos já idos, o jardim continua disponível, aberto a todos, e principalmente a tudo que promova cidadaniam de todos os ventos vindos. No sete de setembro, por exemplo, é ela que primeiro acolhe os cidadãos teixeirenses; dela, inicialmente, os desfiles se fazem pomposos e contagiantes aos aplausos efusivos de nossa gente. Viva a praça, viva a nossa praça, do seu jeito calado e expansivo, viva a nossa praça-jardim; o tempo passa, as coisas mudam sem fim, os interesses mudam, o jeito de fazer muitas coisas mudam a fundo, mas ela continua a nossa praça, a praça da prefeitura de todo mundo.

Foto de Jônatas David Brandão Mota.

PRAÇA DA PREFEITURA XXVIII... Ela já não é mais a mesma nos valores da cidade evidente, já não é mais a Mais, porém traz consigo muitas memórias que dão significado ao presente; significado quando a cidade tem algo a festejar ou a reivindicar, quando o povo tem a se juntar na busca de soluções, as mais complicadas ou não, encontrar. Recentemente, durante algumas manifestações recentes, como o “Vem Pra Rua” que eclodiu por muitas partes do país, como um aflito; a nossa praça se fez presente, se ofereceu pra toda a gente, abriu espaço para os estudantes dar o seu grito. Ela é assim, ela está assim, parece quieta, parece desinteressada, parece fora do baralho; mas no momento em que a cidade precisar, quando o povo carecer, ela presente estará, participando como bem parecer. Nossa praça jardim é a mais cidadã de todas as praças, em Teixeira de Freitas, sem dúvida, ela é o próprio poder civil que se nos traça.

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PRAÇA DA PREFEITURA XXIX... Não há dúvida nenhuma, não há como esconder esta glória; a nossa praça da Prefeitura, toda a extensão do seu jardim, é um lugar de memória; em todos os espaços que ela oferece, em tudo nela há muito de nossa história; por todos os seus pisos, por cada marca de sua construção, estão registradas, muito e muito de nossa vitória. Há um livro inteiro em todas as páginas desse lugar, um monumento vivo e sadio dos relevantes cantos que o passado nos tem a lembrar. A própria praça é a nossa estátua de nós mesmos, toda imponente em si mesma, e no que seus significados nos trás, toda indiferente à reverência que lhe devemos e que nem sempre nos apraz; ela está ali, bem no meio de tudo, sempre uma testemunha muito ávida ao confuso, mas a melhor forma de Teixeira ser o que é, manter-se em fé, na certeza inseparável de que tem destino, que ele está nela, e ela está neste tino.

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PRAÇA DA PREFEITURA XXX... Depois de tudo que vimos e ouvimos, de tudo que sabemos e vivemos, há uma atitude cidadã que nos resta como teixeirenses, isto aprendemos: todo morador da cidade, toda a gente que faz parte deste histórico vivo e crescente, que nos trás felicidades, todos devem estar atentos à conservação de nossa praça-jardim; todos tem muito a ver com a conservação de toda esta história afim, todos estamos neste mesmo barco de valorização, nesta vivência sadia, num mesmo coração. Os significados prementes e memoráveis que nosso espaço possui, os relatos iminentes e contempláveis que este aglomerado de fatos e eventos que nos dá sentido à cidadania e nos instrui, tudo isto deve ser conservado a todo custo, este é o nosso melhor busto, a estátua homenagem que melhor nos identifica, que melhor conta a nossa vida cidade, que melhor nos contorna e nos pacifica.



Foto de Jônatas David Brandão Mota.

PRAÇA DA PREFEITURA XXXI... É muito causo, é muita história para se contar, é muito relato escondido, relembrado por este espaçoso lugar; é luz sobre uma toda cidade, é um grande eco que brada do silêncio de ontem, a praça traz toda a municipalidade, ela emerge nos trazendo riscos que os tempos nos apontem. Museu, eis a grande palavra para toda a espessura das páginas e páginas já escritas sobre seus passeios; museu a céu aberto, tudo que todos precisam saber e lembrar do que foi e do que tem sido Teixeira por entre seus meios. A praça é nossa cidade, ela é a nossa gente, ela é os caminhos que trilhamos para estarmos no barco progresso de nosso presente; quem por suas curvas viaja, de um canto a outro, quem por seus entroncamentos engaja, fica sabendo, sem intermediários quaisquer, o que nos tem levado a ser, a encantadora cidade que o futuro aguarda e já é.

Histórias da Cidade

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Maio 2014... INTRODUÇÃO
Maio 2014... ORIGENS
Junho 2014... POPULAÇÃO
Julho 2014... RELATOS
Agosto 2014... PRAÇA DA PREFEITURA
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RELATOS - 2014



Jul01... RELATOS I... Por volta de 1916, na região que hoje é nossa Teixeira, com o melhor de sua “nata”, haviam fazendas comoa “Ibiribeira”, que era às margens do Rio Itanhém grande, próxima da fazenda Cascata; e também a fazenda Nova América onde hoje o bairro com o mesmo nome se expande. Por volta de 1924, enquanto um pequeno grupo de caboclos formava algumas casinhas de taipa em meio ao mato, onde hoje é a Praça dos Leões no centro, vivendo de caça e pesca do rio perto e atento, filhos dos fazendeiros iam morar em Alcobaça, para matemática estudar; iam, por uns quatro anos aprender a contar, conhecer muito bem sobre as quatro operações, a leitura, fazer o nome e outros conhecimentos considerados no educar.

Jul02... RELATOS II... Por volta de 1950, quando, então prefeito de Alcobaça, com a mata em colunata, Antonio Ramos mandou fazera estrada ligando aquela cidade à Fazenda Cascata. Depois, então, o fazendeiro Joaquim Muniz Neto, o “Quinca Neto”, construiu uma estrada na base da enxada e enxadão; ligando a Fazenda Cascata ao Porto de Navios em Caravelas, que serviu por vários anos para o escoamento da produção de cacau e madeirada região. Época que o Instituto do Cacau da Bahia construiu todo aquele acervo que lhe servia; conservado e existente até hoje na fazenda Cascata em Teixeira de Freitas em “relíquia”. Bom começo para tudo que somos hoje em dia; um início ousado, trabalhoso, destemido e repleto de gente com muita ousadia.

Jul03... RELATOS III... Um transporte muito utilizado pelos moradores naqueles inícios de muita raça, era a canoa, pois a grande cidade da região era a bela e convidativa Alcobaça. Normalmente estas embarcações eram carregadas de arroz, farinha, café, mandioca, e outros produtos; e desciam pelo Rio Itanhém para serem vendidosna grande cidade com seus atributos; numa viagem que durava 2 dias de rio abaixo em natural conduto. Retornavam-se, estas canoas, carregadas de sal, açúcar, óleo, roupa e outras coisas mais, numa viagem de rio acima que durava até 5 dias num mínimo capaz. Às margens do rio que corria solene, os canoeiros dormiam o sono dos cansados, sob a armadura de telheiros bem simples, que sobre as canoas, eram montados.

Jul04... RELATOS IV... Diz quem sabe, que no local onde está hoje a Praça dos Leões, foi onde toda a história da cidade começou. Ali se foi povoando aos poucos com as chegadas dos moções, naquele lugar aos poucos, muito rapidamente, as famílias se juntaram, onde tudo se abancou. Nomes foram se somando, mesmo em pouco tempo naquele crescer frenético; foi-se chamando “Comércio dos Pretos” pela raça dos primeiros que chegaram, “Mandiocal” pela colheita dos primeiros que plantaram, “Perna Aberta” pelos caminhos que os primeiros apontaram, “Tira Banha” pela criação que os primeiros cultivaram e “Arrepiado” pelo tipo de mata que os primeiros desbravaram. Não foi em vão ou sem sentido, qualquer dos nomes que os primeiros fomentaram.

Jul05... RELATOS V... Do “Comércio dos Pretos” foram nascendo acessos para localidades mais antigas e prosas;lugares avizinhadoscomo Barcelona e Santa Luzia de Nova Viçosa; estradas feitas por Eleosíbio Cunha. construtor que,a serviço do DERBA, à região,chegou. Ele bem contou com a colaboração de homens influentes na comunidade, os madeireiros Chico D’água, Manoel de Etelvina, Hemenegildo Félix de Almeida e Júlio José de Oliveira, primeiros moradores da localidade. Assim formava-se o lugarpelo grande volume de madeira de lei existente na região, o que proporcionou de muitas casas, a construção; povoado, que logo foi denominado de São José de Itanhém, por ficar próximo à margem esquerda do rio com o mesmo nome, nestas paragens que parecia ser de ninguém.

Jul06... RELATOS VI... Os jovens entre aqueles antigos moradores, por volta de 1952, neste cantão, casavam-se no distrito de Helvécia, porque só lá havia padre e cartório na região. As moças e os rapazes conheciam seus consortes enamorados à felicidade, quando tinham que ir a um ou outro canto, uma ou outra festa, um ou outro evento fora da comunidade. Para o trabalho no comércio desta juventude, neste tempo, comprava-se, entre outras coisas, porcos em Joerana, por exemplo, e gastava-se um dia inteiro para tocar os animais até a localidade, como tropeiro. Depois de crescidos e bem pesados, os animais tinham que ser levados para outras paragens, onde eram vendidos, abatidos e comercializados; favorecendo os ganhos e melhoramentos de todos, favorecendo o lugarejo ser apreciado nestas passagens.

Jul07... RELATOS VII... Quem estuda Teixeira, nos primórdios de seus tempos no nada, onde nada havia, a não ser o tudo que homens de bem, galhardos conquistadores, soçobravam em suas desbravadoras biografias; tem que buscar nas vivências e relatos de várias famílias de negros afro-descendentes; entre os pioneiros no povoamento, pela na década de 1960; o que viveram, o que foram, o que sonharam em suas mentes; como brigaram com tudo e com todos, como sobreviveram a tais lutas que não foram tão lentas. Na história triunfante de nossa terra, e de nossa gente, de todos os chames que tivemos e nos foi influente, o “Comércio dos Pretos” é quem mais denota a nossa historíola recente; são marcas profundas em nossa cultura, em nossa mentalidade e em nossa vida presente.

Jul08... RELATOS VIII... Notícias breves dão conta que, em Teixeira de Freitas, o cemitério primeiro foi criado em 1950, na região onde hoje é o Posto Pioneiro.Também conta que em 1955, chegou, a mando do governador da Bahia, o primeiro delegado na pequena comunidade, mesmo que precisar, não parecia; pois só 7 anos depois, quando nada grave aconteceu, em 1962, é que este delegado, lavrou seu primeiro auto infracional pela morte de um homem que foi vítima de um sério atentado criminal. Conta também, que em 1964, no ano do golpe chamado Revolução, o DERBA em muito ampliou suas ações com estradas e rodagens por nossa região, para que de 1965 a 1971, construísse a rodovia nacional da BR-101. Teixeira que já era nascida, agora adolescente já figura como cidade crescente, importante para toda uma nação.

Jul09... RELATOS IX... Outras notícias breves, também dão conta que nos inícios de Teixeira, numa disposição missionária e genérica, as missas religiosas iniciaram a acontecer na sede da fazenda Nova América; às margens do Rio Itanhém, onde hoje se conhece como Prainha, lugar de banho de todos que parece não pertencer a ninguém. O Frei Olavo e o Frei Simão, de canoa, vinham de Alcobaça com a necessária religião; algum tempo depois é que passaram a vir montados sobre o lombo de cavalos para celebrar a missa do Cristo em Sua paixão. Contam também, que em 1958, em 14 de abril, já na capela de São Pedro, no Comércio dos Pretos, onde o povoado surgiu, é que foi celebrado o primeiro casamento da comunidade, o matrimônio de Aurelino José de Oliveira e Isaura Matias de Jesus que deu, aos moradores, um ambiente propício de cidade.

Jul10... RELATOS X... Mais notícias breves nos dizem que pelos anos de 1965, se viajava até Juerana, o que era bem bacana, no dorso de um animal ou mais;lá se embarcava no Trem de Linha, sobre a Estrada de Ferro Mamãe África e seguia até Teófilo-Otoni, em Minas Gerais. Normalmente a viagem era feita para se comprar mercadorias como sapatos, roupas, agulhas, botões, linhas e etcétera e tal; se trazia tudo, pelo mesmo caminho e rota visando se revender no povoado do Mandiocal. Nesta ocasião a comunidade já estava a se fazer crescer; já haviam cerca de 25 residências de famílias entre amigos, vizinhos, desbravadores que na mata aprenderam a conviver. As casas foram construídasafastadas umas das outras em distâncias bem genéricas; hoje os locais delas são conhecidos por Praça dos Leões, bairro Vila Vargas e o bairro Nova América.

Jul11... RELATOS XI... Mais notícias breves ainda, afirmam que, logo depois da sua chegado, o DERBA trouxe de Salvador, e no povoado deu entrada: Maria Ely Cerqueira e Marlene Câmara as professoras;vieram para que lecionassem à criançada do povoado, sendo-lhes do saber as precursoras.Assumiram uma escolinha improvisada,onde hoje é o bairro Teixeirinha no local que funciona a EMBASA. Estas profissionais, a seu tempo, e naqueles ventos, foram as primeiras professoras, com seus intentos, de todo mundo que na época estudava;ecom as suas formações em magistério, formas e conteúdos, uma toda geração se moldava. Foi assim, com ótimo alicerce que nossa cidade foi brotando com a melhor credibilidade, e entre as muitas gratidões que nossa gente tem, uma é a estas mulheres determinadas que se deram por nossa comunidade.

Jul12... RELATOS XII... Contam, também, sobre junho de 1960, as boas línguas, do que está inscrito: que aqui chegou um grande fazendeiro da cidade de Itapetinga, por nome Manoel Cardoso Neto, o “Nelito”. Chegou entusiasmado como mais um, dos muitos, desbravador, e aqui, bem recebido por todos, com seu muito ardor, comprou terras depois de muito negociar;tornou-se dono de muitos alqueires de fazenda, justamente onde hoje estão os bairros Nova América, Castelinho e Caminho do Mar. Queria investir mais, e com a chancela de Lomanto Júnior, o então da Bahia, governador, montou uma charqueada que promoveu empregos, produção, progresso e, no povo, o próprio valor. Ele foi, também, um dos incentivadores de mais serrarias a chegar, época que foram extraídas dessas áreas muita madeira da espécie Peroba e Jacarandá.

Jul13... RELATOS XIII... De alguns dos muitos desbravadores temos como lembrar de suas ações feitas, mas o povoado crescente, hoje, se chama grande cidade de Teixeira de Freitas. Esta sua denominação foi conclamada em homenagem a Mário Augusto Teixeira de Freitas, ilustre baiano; nascido em 31 de março de 1890 na cidade de São Francisco do Conde se não me engano. Falecido em 22 de fevereiro de 1956 na cidade do Rio de Janeiro, depois de tanta importância, tanto serviço, promovendo um Brasil mais ordeiro. Foi o estatístico brasileiro que fundou o Instituto Nacional de Estatística, órgão que já começou fundamental para o país se conhecer melhor, com a melhor da balística;órgão que em 1938, o nome foi mudado, chama-se Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, que tem mudando o país para um Brasil bem estudado.

Jul14... RELATOS XIV... O baiano Mário Augusto Teixeira de Freitas, jovem destemido, formou-se em Direito em 1908, mas já se mostrava interessado no mundo político assumido. Se destacou, em sua época,no país, como um dos mais expressivos, pensadores de requinte; em um período marcado por expoentes saídos de movimentos modernistas e revolucionários dos anos 20. Contemporâneo de nomes como Alceu Amoroso Lima, Gilberto Freire, Azevedo Amaral e Oliveira Viana, contribuiu seriamente com a intelectualidade nacional, contra a politicagem, no seu tempo, encomendada e leviana. O seu pensamento teve como marca, ainda mesmo no futuro, a abrangência da reflexão teórica e científica; bem como a eficácia da intervenção no sistema político, administrativo, social, técnico e científico do país, tirando o povo da acomodação pacífica.

Jul15... RELATOS XV... O nome para o povoado, como homenagem ao recém-falecido baiano intelectual, ocorreu porque o governo da Bahia achou por bem prestar-lhe uma homenagem póstuma a este nome nacional. Paralelo a isto, os chefes das agências de estatísticas, distribuídos pela Bahia, haviam recebido ordens da direção central do IBGE, no sentido de propor junto aos prefeitos de cada município baiano que fosse dado o nome de Teixeira de Freitas a um logradouro importante qualquer. Assim, num canto muito rosco, um nome que não tinha nada a ver conosco, nada a ver com nossa história, de uma forma muito simplória, não só passou a fazer parte do nosso rico existir, mas clareou nossos horizontes, nos fazendo ver que não somos locais, nem regionais, somos nacionais; temos um papel fundamental para o desenvolvimento deste país

Jul16... RELATOS XVI... Eis que em 1957, no início do ano, então; quando nosso povoado já se fazia interessante e relativamente significativo à região; o chefe da agência de estatísticas na querida Alcobaça-lendária, Miguel Geraldo Farias Pires, homem forte de uma visão política extraordinária; atendeu,em caráter oficial, determinações emanadas da Inspetoria do IBGE no Estado; solicitou à Prefeitura e Câmara daquelacidade a homenagem póstuma a um imortal baiano muito bem avaliado.Mário Augusto Teixeira de Freitas, brasileiro digno de honras até de nações amigas além, como o melhor nome indicado ao crescente Povoado de São José de Itanhém. Esta proposta foi bem aceita, sem ressalvas, pelo Executivo e Legislativo do momento, o nome “Teixeira de Freitas”, oficialmente, tornou-se o nome da nossa gente ordeira, da nossa história e alento.

Jul17... RELATOS XVII... Oalforriar do município, numa festa cívica e de envolvimento com toda a gente do lugar, juntou forças as mais variadas, as mais destacadas e as mais mobilizadoras que se podia, na época, comungar; foi estabelecida, assim,a Lei 4.452 de 9 de maio de 1985 numa social convulsão; quando se concretizou, para a alegria de todos, num comemorar inesquecível, a tão esperada emancipação. A instalação de Teixeira de Freitas se deu em 1º de janeiro de 1986, tendo o chefe político Temóteo Alves de Brito sido empossado como primeiro prefeito do município com muita honradez. Após longa caminhada na liderança política pela emancipação de nosso gostoso e crescente lugar, foi, depois, eleito pelo voto direto do povo, administrador com a prudente, diplomata e previdente sabedoria que sempre lhe é peculiar.

Jul18... RELATOS XVIII... Na época da festa jurídica, politica e civil da emancipação de Teixeira de Freitas, a nossa terra sem igual; homens constituídos politicamente tomara a frente para a formulação deste tão esperado trunfo social. Um foi o vice-prefeito de Alcobaça, Gilson Roque do Nascimento com toda sua simpática sensatez;o outro foi o presidente da Câmara, Permindio Muniz Bomfim, gente de caráter e altivez; outro foi o vereador Gessé Inácio do Nascimento, a quem se devota a melhor intrepidez; e, por último, entre outros mais, foi Pedro Guerra e José Militão Guerra com seu melhor exemplo de honradez. Estes tantos encabeçaram, de um jeito ou outro, o projeto de Lei da emancipação de Teixeira de Freitas. A eles, com o melhor do nosso respeito varonil, devemos um momento histórico e singular, da nossa existência na história do Brasil.

Jul19... RELATOS XIX... A história da cidade de Teixeira de Freitas, embora recente, guarda aspectos pitorescos e valiosos que auxiliam a analisar a situação socioeconômica atual no município. Vários destes aspectos são relatados pelo seus mais antigos moradores, que testemunharam muitos deles deste o princípio. Entre eles o fato de que em 1965 e 66 já existiam vários núcleos ou futuros bairros, que, embora vizinhos, eram de municípios diferentes: Vila Vargas, Jerusalém, São Lourenço e o povoado Duque de Caxias, que do município de Caravelas, eram pertencentes. Monte Castelo, Bairro da Lagoa e o bairro Wilson Brito (também chamado Buraquinho), de Alcobaça eram remanescentes. Assim, Teixeira de Freitas foi criado com o desmembramento de terras destas duas cidades; pedacinhos de cada uma vieram fomentar virtudes em nossa unidade.

Jul20... RELATOS XX... Devido ao bifurcamento das estradas de rodagem para Alcobaça e para Água Fria, hoje cidade de Medeiros Neto, o povoado de São José de Itanhém era conhecido popularmente como “Perna Aberta”, bom lugar de muito e fraternal afeto. Hoje no centro de Teixeira de Freitas, as antigas rodagens estão localizadas na Avenida Marechal Castelo Branco e a rua Princesa Isabel, fazem junção na esquina em frente ao Bradesco, na antiga Casa Barbosa, dali chegavam e iam todos que, de um jeito ou outro traziam, rescaldo daquela economia fogosa. Outra estrada, neste mesmo ronco progressista em nossa prosa, é a que ligava o povoado ao porto de Santa Luzia, no município de Nova Viçosa, a qual foi dainiciativa da firma madeireira Eleosíbio Cunha, sua construção;Teixeira de Freitas sempre foi um entroncamento de boas amizades na região.

Jul21... RELATOS XXI... Com um pujante comércio de madeira de lei, o povoado se desenvolveu bastante de forma varonil, provocando a imigração de comerciantes, de agricultores e de pecuaristas de outras regiões do Estado e do Brasil; entre estes chegantes, inclui-se os Senhores Alcenor Barbosa e Hegberto Rabelo Pina, valorosos homens cuja vinda e presença, nos enriqueceu, como a história nos afirma. Mesmo com as limitações daqueles momentos, sem contar com qualquer infra-estrutura comovias de acessos razoáveis e energia elétrica inicialmente ideal, o povoado atraiu contingentes migratórios consideráveis em tamanho e qualidade social. Assim, pelos anos de 1980, Teixeira de Freitas já era um expressivo centro regional, com mais de 60 mil habitantes, sem ainda ser emancipado na política estadual.

Jul22... RELATOS XXII... Até a década de 70, não faz tanto tempo assim,como enorme povoado perdido na Mata Atlântica, naquela mata do que ainda tinha no interior baiano, mata do que resta do que a natureza ainda planta;Teixeira de Freias era apenas uma grata referência para os seus próprios e muitos moradores no local, ocasião em que a localidade, mesmo tendo um nome reconhecido, era ainda apelidada de “Mandiocal”.A constituição do município é muito recente, sua organização política é muito particular, porém até há pouco tempo, 1986, o núcleo urbano possuía uma situação muito singular. Em comparação com outras cidades, mesmo em nossa região, a nossa biografia é diferente, ela é feita com muita paixão; os homens e famílias que nossa contingência atraiu, são marcas profundas que nossa história fantasiosamente construiu

Jul23... RELATOS XXIII... Antes de sua rápida, crescente e significativa emancipação, o território de Teixeira de Freitas era divido, quase igualmente, entre dois magníficos municípios, em sua administrativa subordinação. A vila que já nascia grande, que atualmente deu origem à nossa cidade e que gerou tantas querelas, estava localizava exatamente na linha divisória entre os municípios de Alcobaça e Caravelas. Poeticamente, isto nos fazia um povo ordeiro e bonzinho, de tal modo que algumas ruas estavam em um município e outras no seu vizinho; uns bairros estavam em um município e outros no seu juntinho; algumas famílias estavam em um município e outras no seu chegadinho. Com esta proximidade histórica e bem faceja, a cidade se formou, ela se contornou, criou um jeito singular de crescer, progredir, atrair e todo mundo se cuidar, cuidando de si.

Jul24... RELATOS XXIV... Antes de sua emancipação, Teixeira sofria suas naturais limitações de povoado; por não ter um acompanhamento mais de perto, por não ter uma organização planejada, por estar com crescimento desenfreado e instaurado. Alcobaça dispensava uma atenção pouco maior que Caravelas, ao povoado em desenvolvimento; diante da simplicidade da organização administrativa e a pouca importância que a Vila de Teixeira de Freitas tinha no momento.O povoamento não possuía nenhum mecanismo legal e constante para o acompanhamento e a fiscalização sobre o que e como se construía; não havia um aparato legal e constante para se formalizar a normatização da lei, no tudo que por aqui se fazia. Assim o núcleo urbano ia se estendendo, se expandindo, de muitas formas, desorientado; era o progresso que vinha, todo desatinado.

Jul25... RELATOS XXV... A partir da movimentada década de 70, com a construção impulsionadora da rodovia BR-101, numa disposição que só o progresso ostenta, numa ousadia que não reconhece obstáculo nenhum, e, também, num movimento que já havia se iniciado alguns anos antes com muito pouca intensidade, a mata foi sendo derrubada sem nenhuma animosidade e substituída por pastagens, conforme os chegantes criadores vinham em suas capacidades. Inicialmente, a partir de meados dos anos sescentanos, num processo mais lento e invisível, chegaram os criadores do interior baiano. Assim, com portas já abertas pela rodovia, vieram imediatamente os criadores mineiros; junto a estes, os capixabas madeireiros; que, numa conjugação de interesses, intensificaram a tomada da mata, foram mudando o espaço teixeirense inteiro.

Jul26... RELATOS XXVI... Final dos anos 60 com suas culturas e manias, até meados dos anos 70, é o tempo da chegada paulatina das serrarias. Considera-se que estas chegadas naquele tempo foi decisiva e contorneadora do grande aumento verificado no contextualizado movimento da já dinâmica região; e reforçou a tendência de todo o comercio, em sua exuberante expansão. Entendia-se que, em nossa terra, o solo se mostrava adequado para a agricultura, e nesta postura o povoado se fazia exportador de madeira, plantios e carne bovina. A fase econômica do “milagre brasileiro”, no início da década, promoveu a expansão do mercado consumidor no sul do país, e, nesta matriz, Teixeira, em seu ávido progresso, passa a atrair migrantes agricultores e empresas cooperativas, sedentos de produção e lucro rápido, no abastecimento daquele processo.

Jul27... RELATOS XXVII... Durante os anos 70, muitas condições favoráveis se acumulavam a favor de nossa Teixeira, a nossa gente, por aqueles tempos, poderia ser chamada de “empreendeira”. O beneficiamento da madeira nativa, a pujante agricultura produtiva, um mercado certo e comprador, nas pastagens um bom gado reprodutor e a rodovia abrindo as portas ao migrante ávido de oportunidades, aceleram o crescimento do povoado com várias agilidades. Sem emancipação, Teixeira estava ainda na vinculação Político-administrativo de Alcobaça e Caravelas; naquele momento de desprendimento em suas trelas, o povoamento se erguia para uma posição ascendente, marca que lhe caracteriza até os dias presentes, fazendo-lhe atrativa, aguerrida, um lugar gostoso de se viver, um lar pomposo para se trabalhar com muito estilo para crescer.

Jul28... RELATOS XXVIII... A nossa cidade de Teixeira de Freitas tem se notabilizada em seu canteiro, atualmente se destaca com promissora expansão no bom nordeste brasileiro. Seu grande crescimento econômico no fazendo uma locomotiva regional, vê-se principalmente, sem esforço, no crescer do seu pólo comercial. Da mesma forma, para qualquer observador, a princípio; vê-se todo vigor de sua importância, no aquecimento constante da construção civil no município. Há outros aspectos se concretizando na vida econômica desta belezura de cidade, um pólo moveleiro e um comércio vivo em competitividade, um forte e “orgulhante” polo educacional, e uma poderosa agricultura exportadora sem igual. Temos todos os motivos para onde chegamos estar, e já temos todos muitos mais motivos para chegarmos aonde haveremos de chegar

Jul29... RELATOS XXIX... Como acontece por todos os cantos na vida da Bahia, em Teixeira o ano todo, por tudo, é muita festa, é festa, por qualquer motivo, todo o dia. Nestes anos que já se passaram, a festa de maior tradição do calendário anual é a festança em homenagem ao aniversário da emancipação; ele sempre acontece em Maio, e para esta data todos esperam grande comemoração. Uma outra que faz parte do calendário de todos, que já é muito tradicional; a Exposição Agropecuária que sempre dá graça e encanto a nossa gente, no circuito nacional. Outra festa que parece vai dar o que falar e fazer, nestes próximos anos que hão de vir, é a festa da melancia, ao gosto que a maioria aprecia, um tempo de todos, a economia municipal, conhecer e sentir. Assim é Teixeira, uma linda baiana, que por todo o ano tem motivo bacana de ser sem igual.

Jul30... RELATOS XXX... Teixeira de Freitas, nosso torrão natal, é a maior cidade do extremo sul da Bahia, em todo sentido real. É tida, pelos mais entendidos, como a capital dessa região administrativa e fecunda, com mais de 160 mil habitantes com muito progresso que os circunda. Ladeada prazeirosamente, e disto tirando muito proveito, por 13 municípios que formam um gracioso laço estreito. Avizinhada, também, como por encanto, pelas regiões nordeste das Minas Gerais e o extremo-norte do Espírito Santo. A nossa querida cidade é reconhecida como o maior pólo comercial, é quem dá forma e crescimento a esse triângulo mesorregional. Entretanto é o 15º maior território do extremo sul, da Bahia e do Brasil, as paisagens mais belas; com uma área de apenas 1.154 km² desmembrado dos municípios de Alcobaça, 68%; e 32% de Caravelas.

Jul31... RELATOS XXXI... Teixeira de Freitas é uma história, uma longa história, uma rica história; os relatos se somam e contam muitas coisas, inclusive a economia, a convivência e a vida migratória. Os que aqui chegaram, os que aqui nasceram, os que aqui passaram, todos têm um mavioso encanto a contar sobre o que por aqui viveram e os impactaram. Em cada vida, em cada jeito, em cada maneira de olhar, há uma história, há um relato, há um novo encanto a se pronunciar; e, assim, é Teixeira, a nossa gostosa cidade querida, essa doce e singular beleza que facilmente nos é a preferida, e, com seu jeito feminino e sedutor, nos faz sempre cada vez mais sonhador; um desejo que nutre todas as almas que por aqui vivem, que por aqui se incidem, gente atraída pelos encantos de nossa gente e que por aqui se dão e convivem. Isso tudo nos fazem Teixeira de Freitas.

POPULAÇÃO - 2014



Jun01... POPULAÇÃO I...Tem tudo para ser sempre muito amada... Foi no início da década de cinquenta, na vida às espreitas, chegaram os primeiros habitantes ao local onde mais tarde seria a nossa Teixeira de Freitas. Traziam um coração cheio de esperanças, cheio de ansiedade, nas instâncias daqueles tempos assumidos, volviam-se em deslumbres de bonanças, ataviados de bondades e confrontos com seus talentos consumidos. Naqueles tempos abstrusos, quase que embrenhando-se pelas matas de madeiras de toda lei, nossos primeiros habitantes intrusos, forjavam uma bela história de conquistadores que hoje nos enchem de orgulho de grei. O tempo foi e sempre será nosso melhor companheiro, a garota Teixeira nunca poderá reclamar disto; o povo sempre é guerreiro, o povo sempre é quisto.

Jun02... POPULAÇÃO II... Na época na origem em seu encaminhamento, destacava-se entre os nobres já moradores, o senhor Servídio Nascimento. Em seu espírito aventureiro, em sua alma determinada, um dos primeiros entre os pioneiros, um ansioso de morar e crescer nesta que se tornaria sua terra amada. Dele, como rama prolongada de seu amor e determinação, como se fosse ele próprio, derramando seu próprio coração, nasce um dos vereadores mais presentes neste fausto lenimento, filho que haveria de participar do progresso de nossa gente, dele nasceu o respeitado, homem de bem, Osair Nascimento.

Jun03... POPULAÇÃO III... Aurelino José de Oliveira, outro nome entre os chegantes, outro homem valente por estas beiras. Chegou como quem não queria nada, mas muito claramente demonstrando espírito guerreiro e conquistador, veio construir uma vida que lhe fosse amada. Não veio só para a família sustentar com seu braço e determinação, não foi só isto que lhe fez introduzir-se nas matas e vir a este lugar, trouxe consigo um determinismo poético no coração, trouxe uma vontade feroz e contagiante de crescer em trabalhar. Hoje é um dos nomes que marcam o início de tudo, um dos bravos que nos faz cidade pra rir e cantar.

Jun04... POPULAÇÃO IV... José Félix de Freitas Correia, chegante também, nome entre os valentes de sangue na veia, chegante que veio de longe para nos fazer bem. Destemido como todos que a natureza exigia dos que vinham, outro que deixara tudo e todos de suas origens, vieram para construir a terra e a cidade que hoje o orgulho e a felicidade nos aninham. Trouxe algumas riquezas e tudo investiu na compra de terras, trabalhos e sonhos; empenhou sua família no progresso do lugar e da gente que convivia; pagou sem medida para ver um povoado risonho; foi e hoje é um dos nomes fundamentais para uma Teixeira de Freitas que com outros convivia.

Jun05... POPULAÇÃO V... Hermenegildo Félix de Almeida, “desbravador de matas” é como se torna conhecido, deixou das cidades a seda, para abrir à vida, um caminho no capão entenebrecido. Foi um dos primeiros, embora tenha chegado algum tempo depois, veio abrindo espaços inteiros, veio usando a força e a vontade de dois. Chegou, mudou, transformou, construiu; o desbravador mostrou o que nossa terra e nossa gente se tornou e lhe atribuiu. Sua lembrança está espalhada por todos os lados, e como os demais iniciantes, seu nome está pelas ruas e alambrados. Não tem sido esquecido, não se consegue desmemorizar a vida, a vontade deste homem e seus atados.

Jun06... POPULAÇÃO VI... Júlio José de Oliveira, o conhecido Júlio Rico de Itanhém, outro desbravador que se juntou às nossas origens, outro que nos trouxe a coragem, o determinismo e a paixão também. Outro que veio abrir espaços de moradia, dentro do seio da mata fechada; trouxe braços fortes para o machado que havia, trouxe mais gente para morar na mata embrenhada. Alçou voos que direcionaram a história da gente que aqui se juntava, calçou entoos que impulsionaram a vitória de repente que por aqui se murava. Um dos homens que tem tudo a ver com esta terra, este povo, todas as nossas lembranças; homem que tem tudo a ver com nossas bairranças.

Jun07... POPULAÇÃO VII... “e, mais tarde, Joel Antunes chegou”, nos diz os melhores relatos que podemos juntar; mais um dos primeiros que se importou, mais um dos primeiros que veio sonhar. Tudo era favorável para homens de garra como os que aqui acampavam, a muita chuva, a muita lama, a muita mata, as muitas limitações não soavam lamúrias para estes valorosos que se achegavam. Teixeira atraia, de uma forma ou outra, num canto ou outro, e os valentes se norteavam a estas paragens sem fim, de onde quer que estivessem, seus olhos se voltavam para cá e todos traziam-se assim. Não mudou, muitos joéis de longe continuam se encontrando por aqui.

Jun08... POPULAÇÃO VIII... Um outro também é iniciador, embora tenha chegado mais tarde, Manoel de Etelvina, outro desbravador, outro que chega sema alarde. Chegou como quem não queria nada, mais um que veio começar o já começado povoado; juntou-se aos outros com disposição endiabrada (no melhor do bom sentido, claro), juntou-se aos da galeria que por nós são muito amados. Veio ser mais um exemplo de determinação e calor de alma, veio ser mais um exemplo de homem do destino que chega para construir esperanças; tornou-se um patrimônio de nossa história em palma, tornou-se um nosso herói que nossa gente gentil, que em si mesmo, alcança.

Jun09... POPULAÇÃO IX... Dos até aqui ditos, e outros nomes de nossas origens, seguindo uma natural tradição; até na legislatura passada, a Câmara Municipal sempre tinha um fundador em seu quadro de eleição; o que engrandecia o extraordinário povo teixeirense, o que nos retornava ao nosso digno embrião. Homens reconhecidos por suas presenças, suas lutas e ousadias que nos construíram; homens de vidas referências, vultas e maestria que muito, por todos nós contribuíram. Fundaram Teixeira, participaram convulsivamente pelo crescimento deste lugar; foram eleitos e politicamente abriram estribeiras; continuaram cidadãos disponíveis a progressos se galgar.

Jun10... POPULAÇÃO X... Atualmente a Câmara de Vereadores não seguiu sua tradição, não foram eleitos homens que participaram do baldrame de nossa gente; desta feita os votos populares não escolheram desbravadores de nosso rincão. O belo e significativo costume de trazer as origens às decisões, de promover os matizes ao centro do poder atual, foi rompido tirando a luminosidade dos nossos brasões, tirando da história o que a história teria com seu toque pessoal. Mas Teixeira é maior que isto, sabe superar muito bem tudo isto, ainda assim, sabe ser a bela que em seu desfile de encanto, por todos, visto; se encarrega de seguir em frente com seu povo bem quisto.

Jun11... POPULAÇÃO XI...Há quem afirme que inicialmente, a localidade recebeu o nome de “Arrepiado”, ou “Ripiado” para os chegantes; outros garantem que primeiro houve o chamado de “Perna Aberta” pela bifurcação que o lugar oferecia aos passantes; um nome ou outro, Teixeira emergia para chegar a “Bananal”, a bela menina nascia para, também ser chamada de “Comércio dos Pretos” pelo seu próprio pessoal. Um nome ou outro, nossos começos nos fazem uma história de enlevos, rituais bem contados que imprimem vivências com muitos segredos; mistérios abertos a todos, com nada ter a esconder, mistérios conhecidos e divulgados que fazem em brilho, o nosso passado ser.

Jun12... POPULAÇÃO XII... Outros depoimentos afirmam que chegou um momento em que o pequeno povoado foi chamado de “São José de Itanhém”. Neste processo de ser visto, reconhecido, lembrado e amadurado, mais um nome para o pessoal do aquém. Já eram presenças instaladas nos cantos de dois municípios importantes na região da Bahia, já era um bom lugar para se morar, para trabalhar, para todo que queria; os nomes já se misturavam em um ou outro canto, até mesmo entre os poucos que habitavam nas belezas do lugar, não era importante para eles, nem fazia parte dos seus prantos; na verdade, não era nem importante, isto, um nome, para os que deveriam, para o futuro, tudo registrar

Jun13... POPULAÇÃO XIII... Conta-se, também, que somente em 1957 é que o povoado passou a ser chamado de Teixeira de Freitas. Um nome definitivo, inspirado numa personalidade definitiva, baseada numa instância instrutiva e que se respeita. A orgulhosa gente do lugar encheu-se do espírito emancipatório, como que tornou-se existente, de visibilidade política perfeita. A priori, um nome masculino, de um vulto de importância nacional; mas, na verdade, um nome feminino para uma garota que já nascia esbelta, destemida e fulgurante na história regional. Teixeira em verso, é melhor chamada de princesa, a bela donzela estonteante que a todos encanta com seu jeito de progresso.

Jun14... POPULAÇÃO XIV... Conta a história, que o município foi emancipado em 9 de maio de 1985, através da Lei n’ 4.452; conta a história que o município foi instalada em 1 de janeiro de 1986, com todos os seus aparatos depois. Teixeira tornou-se moça, quase um “debut” de maioridade; uma bela donzela, inteligente que só ela, surgindo no peito de um povo eufórico de felicidade. Sonhos e mais sonhos de cada um, da coletividade, e da própria Bahia; sonhos e sonhos que se fariam realidade na vida de uma comunidade que se firmava e sorria. Todos os otimismos eram a novel cidade, aquele dia de quinta feira, ou aquela quarta feira, o povoado era uma festa só... o povo era só Teixeira.

Jun15... POPULAÇÃO XV... Nesta emancipação, e para esta emancipação, o território do município foi constituído com a fusão de áreas de terras dos municípios de Alcobaça e Caravelas; um bom tanto de um lado, e outro bom tanto de outro lado, e estava estabelecido o território da nóvel cidade, o resultado político de algumas demandas e querelas. Teixeira não trouxe perdas a ninguém, naquele momento e no correr da história, sabe-se do ganho que todos têm tido com o nascer desta garota do além. Sonhos e disposição, do turismo ao coração, com mostras de suas riquezas, e descobertas de suas belezas, as cidades e toda a região, crescem aos embalos desta garota em seu alazão.

Jun16... POPULAÇÃO XVI... Uma vez que o povoado se localiza em áreas antes pertencentes aos dois municípios, e não somente isto veio formalizar o encanto de nossa gente, mas, também a pujança modelar das duas cidades berços do nosso princípio; junto com a forma exemplar dos, de outras terras, chegantes contentes. O que foi plantado nesta terra que “tudo dá”, como disse Cabral, vingou surpreendente com estatura invejável a todos os olhos, com estrutura sem igual; o que a terra que nos ficou fez florar, do povoado implantado em suas entranhas, reclama a riqueza da herança que recebemos no emancipar, inflama a destreza que nos alcança e que no aconchegante passado nos banha.

Jun17... POPULAÇÃO XVII... Há uns números que afirmam ser o território local de Teixeira de Freitas, uma área de 104.600 hectares. Pequena, muito pequena área para um coração tão grande, muito pequena área para uma alma que muitos sonhos abrange. Mas, veio depois, herdou o de outros, não tem o que reclamar; o que tem a fazer, tão somente, é se amar, se ajustar, se planejar, e com o pouco que tem se estruturar para ainda assim, continuar sempre crescendo como é o seu destino afim. Tem muitos espaços para continuar se desenvolvendo, para cima, para baixo, e principalmente, para dentro; neste coração enorme há muito o que ser explorado, muito espaço para o município crescer amparado.

Jun18... POPULAÇÃO XVIII... Os espaços de Teixeira, confronta-se ao Norte com o município de Prado, é um dos prazeres estar neste tempo e neste lugar, estar perto daquele município amado; ao Sul nos avizinhamos com uma de nossas mães ordeiras; com o município de Caravelas, pela afinidade, uma de nossas belezas costeiras. Somos gente muito rica, somos uma terra muito privilegiada, quem vem nos conhecer, logo fica; somos o melhor cantinho, no Estado, a sua enseada. Aos nossos lados estão cidades queridas, conglomerados culturais de farta beleza; caminhadas que nos são muito preferidas; somos um todo com variedades que nos fazem ímpares no cotidiano de nossa “lordeza”.

Jun19... POPULAÇÃO XIX... Ainda há outras ótimas companhias para nossa cidade, os espaços de Teixeira confronta-se ao Leste, com o município de Alcobaça, com gente que, com sua graça, sabe promover a felicidade; a Oeste, com o município de Medeiros Neto e, hoje em dia, com o de Vereda; uns, vizinhos trabalhadores e de muito afeto, e outros, gente de fino trato como a tênue seda. Eis a gostosa e profícua vizinhança de nossa terra, cidades encantadas, harmoniosas e de doce ardor; outras garotas de belezas ímpares numa região paradisíaca que “esberra”; outras garotas sedutoras e comoventes, que na ansiedade da gente, se fazem atraentes neste imenso jardim com toda variedade de flor.

Jun20... POPULAÇÃO XX... Nos seus preâmbulos eloquentes, a história reverencia: O município foi manumitido em maio de 1985. Com todos seus contos vertentes, uma nova história se evidencia, a região e o estado se envaidece em seu mais próspero recinto. A história formaliza esta nova história, todas as atenções se focam nesta esperança que brota; é um rasgo que se acampa na memória, um farto lagar que se amoldura no progresso da Bahia em sua rota. Emancipação para esta gente sonhadora e viril, não trouxe só benefícios aos seus currais e madeireiras; abriu com largura, brandura e candura, singulares oportunidades mil, às gentes vizinhas, regionais, e, até ao Estado e ao Brasil em suas fagueiras.

Jun21... POPULAÇÃO XXI... Dizem as boas línguas que, quando da mancipação, Teixeira de Freitas já possuía uma população estimada em 63 mil habitantes. Muita gente, muita gente de bem, muita gente de além que fazia com que esta novel cidade fosse, entre as demais, a mais bela de todas, em muitos sentidos, naquele instante. A garota de lisura sem par, despontava no cenário estadual e nacional, como alguém que deveria receber o máximo de atenção política e social, uma cidade empolgante. Era destino, pelo menos neste caso, nasceu uma estrela, a estrela que deveria nascer para, nesta constelação baiana, fazer frente ao progresso que a espera, ao progresso que lhe fará cidade contagiante.

Jun22... POPULAÇÃO XXII... No primeiro censo como município, em 1991, Teixeira pulou para 85 547 mil habitantes, mais de 20 mil de mais gente no sul, uma cidade que já nascia empolgada, entre as mais importantes. O crescimentos imediato já se igualava ao tamanho de algumas cidades vizinhas, era gente de todo canto, com todas as histórias, com todos os fomentos, era gente com tudo que era e com tudo que tinha. Uma voz real e poderosa, era nascida a voz de toda uma região; seus ecos alcançaram a Bahia, os estados vizinhos ouviram a mesma canção. O futuro já havia chegado, Teixeira tinha pressa em se apresentar; muitos chegavam também apressados, nossa cidade, logo, assumia o seu lugar.

Jun23... POPULAÇÃO XXIII... No censo de 2000 população de Teixeira de Freitas já era de 107.486 habitantes. Já não era mais uma cidade, mesmo que com tão pouco tempo de emancipação; era uma “megópolis” com muitas culturas consonantes; era um grande sonho concretizado em todo apaixonado coração. Na verdade, o conglomerado não crescia, já estava voando; em rápidas pinceladas a pequena garota se expandia, já era uma bela moça, na gíria, já “estava se achando”. Não se desenvolveu sozinha, não conseguiria ser egoísta nesta vasta e contagiante região; puxou progresso para todo mundo, ou no turismo, ou em negócios, ou outro ramo qualquer, toda vizinhança embelezou-se mais com a beleza do seu coração.

Jun24... POPULAÇÃO XXIV... Em seu apressado agigantar, em 2008, estima-se uma população de mais de 123 858 mil habitantes em Teixeira de Freitas. Muita gente, muita gente que se espreita, que se adorna de prestigiosa alegria. Em pouquíssimo tempo, já é uma das maiores cidades do Estado da Bahia. Suas notícias já chegam à capital, já vão longe, muito longe, já convivem no cenário nacional, já faz parte do Brasil que quer crescer. Pela BR 101 chegam viajantes a chover, chegam caravanas deles, chegam e se encontram na história da cidade em formação. Rapidamente se amalgamam ao mesmo sentimento coletivo, participam com felicidade, pelo desenvolvimento de toda uma cidade, se entranham no mesmo arrastão.

Jun25... POPULAÇÃO XXV... Atualmente, para esta cidade de empreendedores, o estimado para 2013, são 153.385 moradores, a partir do censo de 2010 que foi de 138.341 habitantes. O IBGE ainda informa que a área da unidade territorial é de um pouco mais de 1.160 quilômetros quadrados de belezas e simpatias constantes; e a densidade demográfica é de quase 119 pessoas por quilômetro quadrante. Teixeira de Freitas é tudo assim: um crescer inteligente, um espaço comovente, uma gostosura de ambiente para se viver, para se desenvolver, para amar este lugar e esta gente amável e contente, ser sempre mais um a se embebedar com toda esta história recente, cheia de heróis que chegaram, trabalharam, e se marcaram como gente da gente.

Jun26... POPULAÇÃO XXVI... Esses últimos números são buscados no site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sobre Teixeira de Freitas. Nos números retratantes desta nossa terra, todo o obelisco visto e antevisto sobre quem somos e quem seremos com todas as letras. Nos reais e nas projeções o que temos e onde haveremos de chegar nestes próximos anos que já estão às espreitas. Está claro que nada pode estancar estes crescer, não há nada que possa barrar este nosso bem próximo triunfante alvorecer. Mãos dadas, união centrada, é a única coisa que precisamos para juntos vivermos bem, com felicidade, os próximos dias de grandeza que se reserva, sob a pena do destino, para todos nós que vivemos e amamos esta cidade.

Jun27... POPULAÇÃO XXVII... Dizem os registros sobre nossa terra e nossa gente, que há fatores essenciais para se saber uma projeção numa cidade como Teixeira: Alguns itens que na pesquisa devem tomar, das observações, toda a frente; itens que os pesquisadores devem ter ao dispor com muita convicção, para se chegar ao verdadeiro retrato, da melhor maneira. Os números que mostram nossa cidade, hoje, estão com base na singular taxa de crescimento em relação a todo país; também na taxa de mortalidade que nortea nosso cotidiano, por vezes, infeliz; também na grande e lisonjeira imigração que se tem verificado pelos anos; e, ainda, a migração dos que conhecem bem por aqui, e saem em buscam de melhoras em macambúzios enganos.

Jun28... POPULAÇÃO XXVIII... Um outro item muito considerado, quando se faz projeções numa, como a nossa, cidade; são as jovens mulheres entre a faixa etária de 16 a 32 anos de idade. Presume-se, nestas pesquisas, que numa terra bonita como a nossa, com mulheres tão bonitas quanto a nossa terra tem, um fator inesquecível é a fertilidade que ao crescimento de um povoado convém. As “baianeiras” entre nós, com as “baianabas” vindo após, está certa a pesquisa, está correta a projeção, não há como esquecer a fecundidade primaveril das teixeirenses em sedução. Mulheres lindas, com doçura, que fazem nossa gentebem linda como é; belezas que fazem nossas ruas se tornarem passarelas com desfiles diários da Teixeira que é mulher.

Jun29... POPULAÇÃO XXIX... Teixeira de Freitas, hoje é a maior cidade do extremo sul baiano, o maior encanto deste canto, onde o povo, de alguma forma, por todas as formas, vive “cantano”. Uma gostosura de lugar, um recanto que não tem como se igualar, um jeito que a natureza criou e nos enfiou, de muitas provas, por muitas trovas, para que fôssemos ainda mais felizes, e felizes fizéssemos tudo e todos ao nosso redor. Na verdade, Teixeira não é só uma cidade, é um jeito de vida, um estilo que convida os mais sábios a aqui ficarem, a neste lugar se fiarem, e aqui crescerem e fazê-la crescer; e aqui viverem e fazê-la viver, com todos os seus encantos de menina crescida que nos faz gente, gente aguerrida que só quer viver contente.

Jun30... POPULAÇÃO XXX... Tem tudo para ser sempre muito amada, essa é a nossa terra, esta é a nossa gente; mesmo de muito longe, somos uma cidade cantada, uma música que em amor se encerra, “lavror” que nos faz um só coração contente. Com seu caminhar apressado e feminino, com suas curvas de contorno definido; nosso retiro encarnado em sedução, é o brilho atraente de todos os olhos, é o perfume fragoroso de toda emoção. Teixeira de Freitas, essa menina deslumbrante, é o desenho perfeito e completo do que somos e do que gostamos, é a harmonia suave que a meiguice reflete deste povo cantante. Há muita alegria no cotidiano de todos nós, há toda uma Bahia ofegante, que de apaixonada, nos emerge de um folguedo atroz.